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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Revolver Magazine: Matt fala sobre Hail to the King: Deathbat na edição de agosto e setembro

O jogo do Avenged Sevenfold 'Hail to the King: Deathbat' é um dos destaques na edição de agosto/setembro da revista Revolver Magazine, onde Matt Shadows foi convidado para falar sobre o jogo, dando mais detalhes sobre como funciona o game e também sobre a ligação entre as músicas do Avenged Sevenfold com as fases do jogo.

Confira um pedaço dessa entrevista, que você pode encontrar completa na nova edição da Revolver Magazine.

Revolver: “Hail to the King” parece um jogo muito mais complexo do que os jogos comuns de ação para dispositivos móveis.

Matt Shadows: Sim cara, e isso é um grande motivo pelo qual eu queria ir para San Francisco, me reunir com as pessoas frente-a-frente e ver elas jogarem com suas mãos. É um grande jogo para a plataforma móvel. Nós estamos praticamente fazendo um jogo de console, e espremendo ele tanto quanto pudermos para ajustá-lo para o seu telefone e outros dispositivos móveis. Na verdade, estamos tentando contar uma história com o nosso jogo. E é algo que nenhuma banda jamais fez antes.

Nós queríamos fazer esse jogo para dispositivos móveis, porque a maioria das pessoas têm telefones com essa tecnologia, por isso esta é uma maneira de colocar uma história legal nas mãos das pessoas. Quando você faz um jogo de console, o desenvolvimento pode levar cinco ou seis anos e custar cerca de 200 milhões de dólares, e nós não queremos só colocar nosso nome em algo e ver as pessoas que investiram dinheiro nisso nos dizer como o jogo tem que ficar.

Algo assim, nós mesmos fomos capazes de financiar, desenvolver, publicar, e nós temos o controle completo sobre tudo isso. Tudo o que está no jogo é nosso, e fazer um jogo para celular nos permitiu fazer isso.

Revolver: Como você descreveria o conceito básico por trás do jogo?

Matt Shadows: Basicamente você sai por aí lutando contra todos esses demônios que tomaram seu mundo e mataram o seu povo. É um jogo de ação/aventura, algo parecido com Zelda e Gauntlet. Tem um monte de coisas antigas, muitas coisas parecidas com o que as pessoas da minha geração cresceram jogando, como jogos de cartucho do Nintendo, mas ele também tem um gosto da nova geração. Foram registradas oito músicas para os níveis, que são todas de 8 bits, o tipo de música que aparece em Castlevania.

Revolver: Este não é o tipo de coisa que vocês lançam em um álbum do Avenged Sevenfold, certo?

Matt Shadows: É um gênero completamente diferente de música, tem um estilo neoclássico, mas com som de 8 bits. Mas você também pode lutar em níveis que tem músicas reais como "Nightmare", "Afterlife", ou "A Little Piece of Heaven", dependendo de qual nível você está. E nós construímos mundos em torno de algumas das nossas maiores canções. Por exemplo, há um nível chamado "Bat Country", que é como um deserto cheio dessas cavernas. Você pode jogar como os personagens da banda, se você quiser, e também temos personagens fictícios que você conversa com eles durante o jogo todo. Por exemplo, há um fã de Avenged Sevenfold em um dos níveis que fala com você durante o jogo. Quando você está em um mundo virtual como este, basicamente você pode fazer o que quiser, então queriamos um pouco de diversão com isso.
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