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domingo, 17 de agosto de 2014

Johnny ao Loudwire: "Usamos os discos antigos como influência para os novos"

Johnny Christ foi recentemente entrevistado pela repórter Full Metal Jackie do site Loudwire. Os assuntos foram os que mais rodam a banda atualmente, como foram as discussões para o "Waking the Fallen: Resurrected", as lembranças com Rev nessa época e revela quais são as influencias da banda no processo de criação de um álbum.




Loudwire Nights hoje recebe Johnny Christ do Avenged Sevenfold, Johnny, vocês estão se reunindo para a reedição de aniversario de um dos seus álbuns, e isso é como uma viagem numa máquina do tempo. Tem algo que você e a banda lembram depois desse tempo todo?

Ah cara, um monte de coisas realmente. Principalmente o fato de você esquecer o quanto tempo passou. Houve um tempo em que nós estávamos em uma van e distribuiamos os CDs no Warped Tour. Tivemos um EP de duas músicas que nós ficávamos distribuindo gratuitamente apenas para nos promover. Isso é um dos registros do Waking the Fallen, a gente rodando o país e distribuindo os CDs e coisas do tipo. Eu penso que é o tipo de coisa muito diferente de onde estamos agora.

Uma edição de aniversário é uma grande oportunidade de fazer algo realmente especial para os fãs. O que edições de álbuns especiais de outras bandas são seus favoritos e quais outras ideias que eles te deram para “Waking the Fallen: Resurrected”?

Normalmente eu não volto a ouvir edição especial. Iron Maiden já fez varias edições, e é algo legal porque eles davam um pouco mais não ficaram tentando recriar. Eu acho que essas são algumas das ideias que nós pegamos deles.

A Gente ficou um longo tempo arrumando e juntando os registros do “Waking the Fallen”, eu quero dizer. Nós achamos que seria legal. Ele tem o seu propósito e tempo. Nós não queríamos só regravar ou qualquer coisa do tipo. Para dar um material extra nós colocamos algumas faixas extras de músicas que eram apenas um bando de demos que eventualmente se tornou o “Waking the Fallen”, mas também você ouve quatro ou cinco músicas diferentes em uma canção, porque nós estávamos escrevendo como uns loucos, entravamos e gravamos, a partir dai “desmontávamos” as musicas e transformávamos em algo mais concreto para criar o “Waking the Fallen”. Existe alguns riffs que não usamos nesse álbum mas colocamos no “City of Evil” mas com uma pegada mais selvagem.

Johnny foi bom rever imagens antigas para o DVD de “Waking the Fallen: Resurrected” e ver o The Rev?

Sim, na verdade, todos nós,  foi um momento diferente, pois foi muito divertido ver todo mundo naquela época, obviamente a qualquer momento, ver as coisas com Jimmy é apenas um agridoce.

Você sabe, pouco a pouco começamos sentir um pouco melhor, já faz um tempo e as coisas começam a ficar um pouco mais fáceis, pois qualquer um que perde alguém muito próximo sabe que você ainda fica sensível. Mas ai você descobrir que pode simplesmente celebrar isso do que deixar isso te machucar, então meio que é bom ver The Rev todo de preto e ainda usando maquiagem e tudo mais, porque aquela era uma época em que ainda estávamos usando maquiagem e nos achando muito serios todos de preto. Agora, isso não é mais um caso. É divertido olhar para trás e ver esse tempo da juventude.

Será que se olhar para trás e ver os estilos anteriores, isso influênciaria a criatividade e daria direção para uma nova musica do Avenged Sevenfold?

Eu acho que sim. As coisas que nós usamos como influências vêm dessas etapas e como estamos nos sentindo no momento. Quero dizer, sim, olhamos para trás e há um monte de coisas que nós amamos sobre os discos e qualquer dos discos anteriores. A Gente realmente vai com tudo e ainda temos um pouco de tempo restante no ciclo, então apenas começamos a discutir o que queremos para o próximo álbum. Você nunca sabe, mas definitivamente podem surgir influências assim. Você fica pensado “Oh, lembra aquela parte que era desse jeito? Vamos tentar fazer aquilo de novo.” Nós já fizemos esse tipo de referência antes. Nunca se sabe quando vai precisar.

Johnny, quanto tempo depois de um álbum lançado vocês começam a pensar em novas músicas e geralmente qual é o primeiro passo que vocês usam para anotar as ideias?

Bem, depois de um novo disco está sendo lançados, nós entramos em turnê por isso ficamos fora por dois anos e nós nem sequer começamos a pensar até os nossos ciclos de compromissos terminarem. Depois disso vamos para casa tiramos uns meses de folga e então começamos a ter as primeiras conversas do que queremos fazer. Nós definitivamente queremos ter certeza de que o que estamos fazendo é algo que nos de orgulho e algo que esteja nos inspirando para escrever. Se formos lá e apenas criar alguma coisa estaríamos fazendo algo totalmente chato.

Nós sempre sentamos e tomamos umas bebidas, a partir dai citamos musicas que talvez os outros caras não tenham ouvido ou puxar um gênero diferente. Essas influências podem ser de qualquer lugar, muitas das vezes ele acaba vindo de lugares aleatórios, como hip hop ou R&B ou, sei lá, coisas meio Mr. Bungle. Então nós pegamos essas influencias e juntamos com a nossa criatividade e reescrevemos de forma diferente. De qualquer forma, as influências vêm de lugares diferentes e você nunca sabe se está totalmente decidido a trabalhar naquilo. E resumindo é isso, ficamos um tempo descansando, depois discutimos para ver como querermos o novo CD e em seguida a gente se inspira.

Johnny, tirando os aspectos musicais de turnê o que faz você apreciar mais essa capacidade de viver a vida de músico na estrada?

Acho que o fato de que se está com os meus melhores amigos. Pode parecer brega, mas é verdade, estou aqui com meus melhores amigos, bebendo e saindo após os shows. Estamos apenas felizes por estarmos viajando pelo mundo juntos. Em partes isso vem em primeiro e provavelmente a musica vem em segundo.
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