Receba todas as notícias do Avenged Sevenfold no seu E-mail

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Resenha do show de São Paulo pela Roadie Crew

Sabemos que a turnê no Brasil passou a mais de um mês mas a revista brasileira Roadie Crew publicou nessa edição de abril um resenha do show de São Paulo do dia 12. Eles comentam os detalhes do show de uma forma bem minuciosa.





Confira a resenha:

“Não faz nem um ano que o Avenged Sevenfold passou pelo Brasil, mas fez um dos shows mais explosivos do “Rock in Rio” em 2013, ser uma das bandas mais badaladas e lançar um dos discos mais comentados do ano passado, isso empolgou o público, pode revê-los na capital paulista. Com a enorme procura e os ingressos do então único dia esgotados, o show de divulgação da tour de Hail To The King, mais recente álbum dos americanos, ganhou data extra em São Paulo. O Primeiro deles aconteceu no dia 12 de março com casa lotada e fãs enlouquecidos. Por serem ainda mais conhecidos do que quando passaram aqui pela primeira vez, em 2008, e estarem em evidencia , integrando o line-up dos maiores festivais mundiais de Rock, o nível de histeria foi proporcional ao aumento de número de fãs. Sendo assim, ele foi bastante similar ao comportamento dos admiradores de divas pop que passam dias acampados nos locais de apresentação. Uma parte deles já fazia fila na porta do Espaço das Américas e outra chegou debaixo de chuva torrencial que resolveu brindar o público horas antes do inicio do evento. A Maioria da plateia era composta de adolescentes, alguns acompanhados dos pais, todos devidamente uniformizados com a camiseta do A7x, sigla feita qual a banda também é conhecida.

Ter disponibilidade e disposição dos fãs como vantagem, para alguns, pode significar entrar em campo com o jogo ganho. E, de fato, qualquer movimento diferente no palco mesmo antes do inicio do show já era motivo para gritaria. Não foi diferente quando as cortinas caíram e revelaram o palco gigantesco com pano de fundo e o famoso logo da caveira alada que ia ganhando cores diferentes conforme a iluminação.

Abriram o show com a já bastante conhecida, gravada em videoclipe e parte da trilha da nova versão do jogo “Call of Duty”, Shepherd of Fire. Foi uma gritaria geral. O Público cantou todas e explodiu quando tocaram a faixa titulo do novo disco. Dele também rolou Doing Time. O Vocal M. Shadows, o mais simpático dos integrantes, falou o tempo todo com a galera, interagiu com a bandeira do Brasil (para ainda mais gritaria dos presentes), agradeceu aos presentes as bandeira que os fãs atiravam e fez piadas com os sutiãs que voaram em direção ao palco em vários momentos.
Como era previsto e tem ocorrido em todos os shows desta tour, o set teve antigos hits mas foi também bastante generoso com as musicas novas. Relembrando o inicio de carreira e a fase em que eram rotulados como metalcore, tocaram alguns sons considerados clássicos, como Critical Acclaim e Beast and the Harlot. A Balada Seize the Day, um dos sons mais conhecidos deles, foi cantada em uníssono. Em Afterlife o destaque foi para Synyster Gates, mostrado sincronia no backing e agilidade nas cordas, provando porque é considerado um dos melhores músicas de sua geração.

Musicalmente, a banda que liderou boa parte das listas de “Melhores de 2013” feitas pela mídia especializada, incluindo a da ROADIE CREW, mostrou maior maturidade e qualidade técnica, provando que acontecimentos como a morte de The Rev foram superados. Mais que isso, o fato de a banda encontrar uma identidade foi fundamental  para ter lançado um disco elogiado, consistente e que funciona muito bem ao vivo. The Rev, aliás, continua muito presente na lembrança de fãs e da banda, que fez questão de dedicar o show a ele e mencionar o quanto ficaria muito feliz com uma plateia tão barulhenta e receptiva.

O Bis teve os petardos Unholy Confessions a A Little Piece Of Heaven, encerrando as quase duas horas de show. O Saldo foi positivo, com uma banda que claramente evoluiu, superou problemas e estereótipos em relação a beleza física e as possíveis cópias do estilo de bandas das quais são declaradamente fãs. É certo e notório que estão bem longe ainda de entrar para o hall dos gigantes do Metal mas se depender do bom trabalho que vem fazendo e da legião cada vez maior de fãs apaixonados, estão no caminho certo. Sendo isso reflexo do excesso de confiança ou não, esse primeiro show da tour brasileira deixou isso muito claro.”

Capa da revista aonde se encontra a matéria AQUI

Outras edições da revista no site oficial da Roadie Crew AQUI. Ou se preferir, a revista também está a venda em milhares de bancas por todo o país. Tanto no site quanto nas bancas as edições da Roadie Crew estão no valor de R$ 10,90. 
Compartilhe!
  • Share to Facebook
  • Share to Twitter
  • Share to Google+
  • Share to Stumble Upon
  • Share to Evernote
  • Share to Blogger
  • Share to Email
  • Share to Yahoo Messenger
  • More...