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sexta-feira, 11 de abril de 2014

Arin Ilejay para a rádio Power 97: A origem do nome "Hail to the King"

Durante a turnê que aconteceu aqui no Brasil, Arin conversou com Dilworth da rádio Power 97.

Dentre os assuntos ele comentou sobre os shows que a banda fará no Canadá, sobre a origem do titulo "Hail To The King", um pouco sobre grandes bandas, intimidade dos fãs com a banda e outros assuntos.


Confira essa entrevista na integra:


Dilworth: Na linha agora temos Arin Ilejay do Avenged Sevenfold. Power 97, é claro, apresenta Avenged Sevenfold e seu convidado especial: a banda Hellyeah dia 19 de abril no MTS Centre. Eles agora estão na turnê Shepherd Of Fire. Arin, muito obrigado por poder conversar comigo hoje.

Arin Ilejay: Muito obrigado por me receber.

Dilworth: Ok, então vamos começar. Eu estou sempre curioso sobre como veio a ideia para vocês nomearem o novo álbum. O novo álbum foi intitulado Hail to the King. O que isso significa para vocês e, talvez, também para os fãs?

Arin Ilejay: Eu acho que é um novo passo para todo mundo, uma nova imagem do Avenged Sevenfold para nossos fãs e para nós. Quero dizer, somos uns caras escrevendo numa grande máquina e foi o rumo que acabamos tomando. É como um desses momentos que você ouve algo e diz “Isso parece certo, parece a maior afirmação do álbum”, algo assim. Foi o encaixe perfeito o título do álbum.

Dilworth: Realmente não poderia ter sido de outro jeito. Quando ouço “Hail to the King” percebo o quanto forte é o álbum. Concordo 100% com você nisso. A inspiração por trás do novo álbum: onde vocês a acharam?

Arin Ilejay: Em vários lugares. Eu sei que nós estávamos indo atrás do rock clássico e coisas do tipo, e nós queríamos muito fundir as gerações. Pessoalmente, eu pulei muito do metal clássico e fui mais para o rock agressivo, mas eu tenho um irmão mais novo e ele me pegou ouvindo Kiss e é engraçado porque ele é meu irmão mais novo. E essas são as bandas que inspiraram Avenged Sevenfold desde começo, como Pantera, Black Sabbath, Led Zeppelin, entre outras. Então eles falaram que queriam voltar nisso. E uma das coisas mais importantes que queríamos para esse álbum era fazer uma grande mudança sonoramente e nós queríamos ter a oportunidade de fazer o álbum ser grandioso e épico, e para fazer isso tivemos que voltar ao rock clássico, sabe? É como se nós estivéssemos fazendo o arco no... no... sabe, no... campo de batalha.

Dilworth: Acho que você perdeu um parafuso aí (risos). Todo músico...eu já ouvi muitas histórias, eu mesmo já toquei bateria, mas tem algum ritual que vocês fazem antes de tocarem ao vivo?

Arin Ilejay: Antes de tocar ao vivo, eu não sei se alguém esta familiarizado com esse cara, Dan the body. Ele está sendo um grande amigo pra nós, está com a banda há muitos e muitos anos e eu e ele temos esse ritual de bater os joelhos, fazer apertos de mão pulando e coisas assim. Fazemos isso para nos prepararmos para o show, isso e muitas outras coisas, além dos rituais de aquecimentos clássicos.

Dilworth: Legal, legal. Por mais que existam fãs incríveis, devem existir também alguns fãs estranhos por aí, qual foi o pedido mais estranho de um fã que você já recebeu?

Arin Ilejay: Eu não acho que teve algo muito estranho, provavelmente foi pedirem a minha camiseta. Eu não diria que foi uma pergunta mas talvez (os fãs) notando que eu tenho e meus familiares temos facebook e querendo que os aceitemos no facebook mas não posso. Acho que isso é o mais estranho, essa coisa de querer explorar muito o nosso lado pessoal. Da pra entender, eles querem ser mais próximos dos fãs quanto possível. É muito interessante entrar num mundo que isso venha a acontecer. (risos)

Dilworth: (risos) Então, você estava falando antes sobre influências de bandas... como é ser elogiado por bandas como Metallica e Pantera?

Arin Ilejay: É irreal, não faz nem sentido depois de um tempo. Essas são bandas que, apesar deu ter conhecido Pantera um pouco depois, mas Metallica, sabe, é Metallica, você não pode não saber quem eles são. E ouvir coisas tipo “esses caras estão indo muito bem” de bandas grandes como Metallica e outros tipos de bandas de metal clássico que são muito bem reconhecidas e saber que eles realmente sabem do que estão falando é muito animador e a melhor coisa de todas, é uma coisa meio alucinante.

Dilworth: Isso é incrível, não consigo nem imaginar como deve ser elogiado por Metallica. Mas qual é um lugar que vocês ainda não tenham tocado, mas que tenham ouvido falar que é muito legal de tocar ao vivo?

Arin Ilejay: Eu não tenho ideia de como seria tocar lá, mas lugares como a Rússia ou África do Sul, lugares como esses. Não acho que atingimos o mercado desses lugares ainda, mas seria muito legal saber como eles respondem ou o que eles pensam sobre isso.

Dilworth: Claro. Indo a lugares que vocês nunca tocaram ao vivo, que é a primeira vez, deve ser incrível ver a reação da plateia e falar “Ok, então isso que a Rússia acha da banda, isso é bem legal”.

Arin Ilejay: Sim, sim. E eu sei de um lugar que eu iria adorar se pudéssemos só relaxar, o Havaí. Se pudéssemos apenas ficar lá, ia ser legal.

Dilworth: (risos) Imagine o quão legal isso deve ser.

Arin Ilejay: É, isso seria bem radical também.

Dilworth: (risos) Você está brincando, né? Enfim, vocês vão tocar em Winnipeg dia 19 de abril na turnê Shepherd of Fire junto com Hellyeah. Você já esteve em Winnipeg antes?

Arin Ilejay: Eu acho que sim. Se não passei por lá com Avenged Sevenfold devo ter passado com a banda de hardcore que estive antes, o Confide e eu tenho certeza que nós passamos por lá antes, eu não lembro, é tudo meio que um borrão e eu tenho dificuldades até pra lembrar meu jantar na noite passada.

Dilworth: Eu ia te perguntar se você lembrava de alguma coisa específica aqui em Winnipeg, mas se você não lembra, não tem problema. E vocês escolheram uma hora bem conveniente para vir pra cá. Tivemos um dos invernos mais frios da cidade já registrados, mas com sorte, quando vocês chegarem aqui, estará mais perto da primavera e não estará tão frio.

Arin Ilejay: Bem, levaremos velas com perfume então, para garantir. Mas me parece legal.

Dilworth: (risos) Ótimo. Então, minha última pergunta para você. Os fãs de Winnipeg querem que Avenged Sevenfold volte há muito tempo, Hail to the King está sendo muito prestigiado por aqui, todos querem ingressos, todos querem estar no show. O que os fãs podem esperar do show em Winnipeg dia 19?

Arin Ilejay: Nós amamos tocar no Canadá, amamos os fãs de lá, e nós vamos estar com um palco completamente novo, vamos ter músicas do Hail to the King e músicas dos álbums anteriores, sabe... vai ser incrível, vai ser radical. (risos)

Dilworth: Isso é tudo que precisamos saber, parece ser incrível. Estou ansioso para ver vocês aqui dia 19 de abril e muito obrigado por poder conversar comigo hoje. Arin Ilejay do Avenged Sevenfold na linha. Muito obrigado por ter um tempo para nós, agradeço.

Arin Ilejay: Obrigado por me receber, foi um prazer.

Tradução: Laura Lacerda
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