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domingo, 20 de abril de 2014

Arin Ilejay em entrevista ao Krone: "Nossa meta não é nada mais do que dominar o mundo"


Arin Ilejay cedeu uma entrevista ao Krone e entre os assuntos o baterista do A7X falou sobre sua entrada na banda, o processo de composição, gravação e influência do álbum “Hail to the King” e projetos e metas futuras. Confiram:






Krone: Com o último álbum “Hail to the King”, vocês foram lançados a 1º lugar nos Estados Unidos e no Reino Unido, o que é uma loucura para uma banda de metal. Vocês pensaram que era hora de conquistar o mercado europeu?

Arin Ilejay: (risos) Nossa meta na verdade era conquistar com o novo álbum todos os mercados.

Krone: “Hail to the King” inclui citações que reforça bandas de metal fortes nos anos 80. Quando descobriram o amor por essas bandas?

Arin Ilejay: Pra mim começou durante o processo do novo álbum. Diferente dos outros caras, eu não cresci ouvindo esse tipo de música, tem um intervalo [de idade] entre nós. Os outros escutaram Metallica e Pantera muito antes – o mínimo múltiplo comum para todos nós era Led Zeppelin. Esta era minha banda favorita. Toda aquela onda de bandas como AC/DC já tinham passado na minha infância. Durante as gravações, eu naturalmente tratei de conhecer melhor as músicas e as bandas e com o tempo consegui construir certa relação com elas. Foi melhor para tornar as músicas ao vivo mais loucas e divertidas.

Krone: Qual foi a maior razão para seguir a carreira de músico nessa direção?

Arin: A maior razão foi porque todos os álbuns incríveis daquela época se tornaram eternos clássicos. Temos bandas como Iron Maiden, AC/DC e Metallica – os vi ao vivo, e apesar da música ser relativamente fácil, é muito difícil de tocar mesmo que ao vivo na melhor produção. Nós voltamos um pouco, mantivemos quase toda essa imagem em mente e reconhecemos as grandes influências dessas bandas para nós. Mas esse efeito ao vivo pode inspirar muita gente. Nossa meta não é nada mais do que dominar o mundo.

Krone: Como você se contrapõe as várias críticas que “Hail to the King” é uma pura imitação do black álbum do Metallica?

Arin: Não sei. Não passamos muito tempo pensando nessas coisas. Na verdade não ligamos porque no final, estamos aqui para sair e tocar. Se os fãs gostam disso, então tudo bem. Nós somos honestos com nós mesmos e fazemos exatamente a música que amamos. Os comentários positivos prevalecem em qualquer caso.

Krone: Como você vê seu trabalho na banda? Você entrou há dois anos para seguir os passos do The Rev, que tinha um impacto gigante na música de Avenged Sevenfold.

Arin: O mais difícil provavelmente é que ele não pode sair do túmulo e me chutar pra fora. Suas qualidades para tocar e escrever músicas teve uma influência tão grande que eu tive muito que correr atrás. Para mim como um músico, esse papel é um desafio incrível. É muito louco tocar as músicas dele ao vivo. É como se um sonho tivesse se tornado realidade, porque ele já era um dos meus bateristas favoritos e ser chamado para tocar suas músicas é uma grande honra pra mim.

Krone: A princípio você era só um membro de apoio. Quando os integrantes decidiram contratá-lo como um membro oficial?

Arin: Após a gravação de “Hail to the King”. De primeira nós só falávamos sobre turnês e outros shows ao vivo. E depois eu perguntei se poderia tocar essa ou aquela música e aparecer na frente da audiência com piadas. E aí a pergunta se eu poderia continuar com outro álbum e se todos ficariam felizes surgiu. Eventualmente, fui dado o sinal verde para todos esses problemas. Depois do processo do álbum, quando tudo estava pronto, os caras falaram: “Queremos que você seja nosso baterista pelo resto de nossas vidas”.

Krone: Você aceitou a proposta na hora ou pensou um pouco antes?

Arin: Só um pouco. Depois de uma ou duas semanas pensando bastante sobre o assunto, eu aceitei.

Krone: Qual a razão pela qual a comparação direta de “Hail to the King” seja bem mais positiva que “Nightmare”?

Arin: É bem claro como nós não pensamos em Nightmare durante o processo do álbum. Depois dele, mantínhamos em pensamento de seguir em frente. Como uma banda, você quer se assegurar o tempo todo de que você está entregando algo novo aos fãs, entrando com eles numa nova jornada. Nós queríamos mostrar as pessoas que havíamos evoluído, crescido. Nós crescemos a mais de dez anos atrás de “Sounding the Seventh Trumpet” para “Waking the Fallen”. E depois de “City of Evil” para o “Selftitled”. É um constante processo de desenvolvimento.

Krone: É de se imaginar que depois de ter cortado as raízes Metalcore que vieram de “Sounding the Seventh Trumpet”, vocês não queiram tocar músicas deste álbum ao vivo.

Arin: Isso não é absoluto, na verdade. Eu gosto de todo o nosso histórico e me divirto muito tocando as coisas bem antigas. Infelizmente, nós não voltamos muito no tempo nos shows ao vivo, começamos somente com músicas do “Waking the Fallen”. Quanto mais você volta no tempo, mais é difícil. Especialmente as músicas de “City of Evil” – a bateria é uma loucura. Uma música como “Burn it Down” me acaba completamente. Essa música é uma loucura.

Krone: Você irá participar ativamente do processo de escrita para o próximo álbum?

Arin: Sim, tenho certeza que estarei muito mais envolvido do que antes.

Krone: Você tem algumas ideias para o álbum?

Arin: Aqui e ali, conversando com M.Shadows sobre isso. Mas é apenas uma questão de aproveitar “Hail to the King” ao máximo. Antes de gastarmos ideias para o próximo álbum, estamos fazendo esse capítulo funcionar fazendo turnês e nos divertindo.

Krone: M.Shadows é, de fato, um pai. Poderemos ver a criança nas turnês?

Arin: Não agora, mas eventualmente ira acontecer.

Krone: Mas isso certamente significa que as grandes festas são relativamente limitadas.

Arin: Não (risos). Pode parecer louco, mas agora crescemos tanto que gostamos de depender de bares, algumas cervejas e nos divertimos muito juntos. Nenhum evento louco ocorre atualmente. Não há fileiras de cocaína em pratos, ou coisas do tipo (risos). É tudo mais tranquilo conosco.

Krone: Bom saber. Quais são os próximos passos para Avenged Sevenfold?

Arin: Sair muito em turnês. Pelo menos um e meio a dois anos. Queremos que o álbum se espalhe pelo mundo todo e além. É simplesmente o desejo da dominação do mundo.

Krone: E ganhar uns Grammys.

Arin: É, isso não parece ser uma coisa ruim (risos).

Tradução: Laura Lacerda
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