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sábado, 7 de dezembro de 2013

O2 Arena Dublin: Resenha pelo site Hot Press e entrevista com Arin Ilejay após o show

O Avenged Sevenfold vem destruindo a Europa com sua turnê do álbum Hail To The King, recentemente a banda se apresentou na cidade de Dublin, na Irlanda. O site Hot Press teve seu representante no show da banda na cidade, Alexandra Marcus, que contou como foi o show. E após o concerto da banda Arin Ilejay concedeu uma pequena entrevista para um canal do Youtube.




Confira alguns trechos da review do show da banda pelo site Hot Press:

Marcus começa ressaltando a estrutura do palco da banda e a energia dos fãs...

“Parecia um templo diabólico para condenados.” Disse o site. “Largos degraus de pedra levavam até um crânio gigantesco, suas asas de morcego estendidas, lançando seu sorriso medonho sobre milhares de metaleiros.”

[...] “Não há dúvida sobre isso – os fãs do Avenged Sevenfold são incansáveis . Formam vários mosh pits no meio do público”.

Durante o concerto, Matt em algum momento pegou a bandeira da Irlanda que estava enfeitada com um Deathbat no meio e a usou como uma espécie de capa, destacou o site.

Já no final do show...

[...] “Com um pedido de desculpas, M Shadows explica à multidão que eles foram proibidos de fazer suas pirotecnias.” (Isso aconteceu devido ao corpo de bombeiros da cidade achar que as pirotecnias poderiam causar um incêndio, e consequentemente proibiu a banda de usar todo aquele fogo tradicional desta turnê.)

[...] “Mas, ele grita: "Nós não precisamos de piro! Agora vamos foder essa merda Dublin!"”

E Alexandra Marcus encerra:

[...] “Todas as fotos, setlists e baquetas que tinham foram lançados contra a multidão alegre, e cada um de nós dentro da O2 de Dublin deixamos o lugar com um sorriso. Graças ao Avenged Sevenfold.”

Após o show da banda que aparentemente foi um dos melhores de toda a turnê pelo velho continente, o baterista Arin Ilejay concedeu uma entrevista para o canal Mark O’Donnell no youtube.

Confira um pedaço da entrevista traduzida pela nossa equipe:

Nós descobrimos que o Lars Ulrich mandou uma carta pro A7x, sobre “Sad But True’’ (risos)

Arin: Hahaha, na verdade, nenhum deles nunca disse nada, mas eles são ótimos no que fazem e tem uma bagagem cheia, todos eles sempre nos ajudaram e eles são caras muito legais.

Então eles foram como um guia para as novas gerações ?

Arin: Não, não, nunca quisemos ser igual a eles, sabe ? Apenas buscamos inspiração nas bandas mais clássicas, por exemplo, quisemos fazer uma bateria matadora e menos tururururururu (virada de speed metal) e é uma bateria que eu nunca tinha tocado antes, então eu tive que buscar inspiração de bateristas como o Lars e escutar coisas como Jonh Bonham, escutar essas bandas, esses bateristas, o jeito que eles fazem a bateria soar dessa forma, e não aquele metal progressivo louco, quisemos colocar mais “poder’’ na bateria.



Tradução da entrevista por: Vinicius Maciel
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